A questão sobre o tratamento da Maternidade Jesus, José e Maria (JJM) às gestantes continuou a dominar a pauta na mais recente sessão da Câmara Municipal de Guarulhos, na quarta-feira (10).
E veio na esteira da denúncia de Karina Soltur (PSD), em que culpou a unidade, uma das mais importantes do município, de praticar violência obstétrica.
Houve intenso debate com críticas e elogios, em especial ao papel que o hospital desempenha na saúde pública municipal.
O responsável técnico do JJM, Dr. Rodrigo Varotti rebateu as imputações apresentadas ao declarar, que os fatos têm como objetivo “arranhar e fragilizar” a imagem do local. Afirmou também a apuração das ocorrências e que o compromisso é com o acerto.
No começo da semana, a vereadora chegou a reproduzir áudio de uma paciente em trabalho de parto por mais de trinta horas.
Na manhã do mesmo dia, um grupo de parlamentares, entre elas a própria Karina, chegou a visitar as instalações da JJM. Entretanto, os que discursaram não se mostraram satisfeitos o suficiente com as respostas.
Outro grupo frisou não só a relevância da entidade filantrópica em atender pacientes do SUS, mas o fato dos casos de abuso se tratar de fatos isolados.