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Câmara de Guarulhos teve sessão curta com baixa presença de vereadores

Se na semana passada, a Câmara Municipal de Guarulhos entrou para os anais da história pela baixa produtividade e a escassez de debates sobre os problemas sem fim que grassam os mais de 1,3 milhões de cidadãos, a nova semana começou com o “pé esquerdo”.

A mais recente sessão ordinária, na tarde de segunda-feira (26), viu fato raro para quem frequenta o prédio do legislativo guarulhense: um número baixíssimo de vereadores, apesar da maioria confirmar sua presença nos painéis de registro.

Era possível contar nos dedos os que estavam na parte destinada aos parlamentares, exceto o presidente da Casa, Miguel Martello (Republicanos) e o 1º secretário, Marcelo Seminaldo (PT), que estavam na mesa. Tanto que a sessão, que costuma ultrapassar em média três horas de duração, não teve sequer uma, o que prejudicou a extraordinária onde seriam discutidos mais de 130 itens.

Muito tem se especulado nos corredores, sobre o real motivo para a tão baixa adesão. Alguns dizem que existe uma guerra velada entre os vereadores, incluindo os do governo, com o presidente Martello, insatisfeitos com sua condução; outros, que uma reunião entre os parlamentares da base com o prefeito Lucas Sanches (PL) durante a manhã impossibilitou muitos de participarem das atividades legislativas a tarde.

Em determinado momento, o líder do governo, Geraldo Celestino (Mobiliza), perguntou a Martello qual seria a quantidade exata de vereadores no plenário, para saber se haveria quórum suficiente.

Ao que o presidente respondeu que supostamente havia, Geraldo o rebateu fortemente ao afirmar que boa parte dos seus colegas haviam se retirado do plenário, gerando o momento de maior tensão dos debates.

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