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BYD King: saiba os problemas mais citados de quem j comprou o sed rival do Corolla

Lançado em junho de 2024, o BYD King chegou ao Brasil com a ideia de roubar o trono do Toyota Corolla no segmento dos sedãs médios. Híbrido plug-in, com até 235 cv, autonomia de 1.200 km e preço a partir de R$ 175.800, o modelo conquistou rapidamente fila de espera na pré-venda mas também começou a acumular reclamações em sites de defesa do consumidor.

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O King é, sem dúvida, um carro cheio de atrativos. Com 4,78 metros de comprimento, o sedã é maior que o Corolla, tem painel digital de 8,8″, central multimídia giratória de 12,8″ e promete fazer até 26,5 km/l de combustível, de acordo com dados do Inmetro. A bateria Blade tem garantia de oito anos e o carro vem com garantia total de seis anos. No papel, parece perfeito. Na vida real, como todo carro, o carro tem seus pontos de atenção.

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Para entender o que incomoda os donos do King, a reportagem do Autoo vasculhou a plataforma Reclame Aqui e identificou três problemas que mais aparecem em relação do sedã da BYD. Para cada um deles, selecionamos relatos de consumidores e também o posicionamento da marca. Confira.

Barulho na suspensão

BYD King tem relatos de donos sobre ruídos vindos da suspensão, principalmente na parete dianteira
Imagem: Divulgação



Um dos relatos mais frequentes entre os donos de King envolve ruídos vindos da suspensão, especialmente na parte dianteira, já nos primeiros meses de uso. O problema vai de rangidos ao passar por buracos até pancadas em baixa velocidade, incômodo ainda maior num carro que, no modo elétrico, é praticamente silencioso.

“A responsável do pós-venda me informou que o mecânico condenou as bieletas do veículo e precisariam ser substituídas, me dando um prazo de 15 dias pois a concessionária não possui nenhuma peça em estoque. Esperei o prazo de 15 dias e, para minha surpresa, 20 dias depois fui informado que a peça não chegou porque não havia no estoque. Estou há quase 30 dias com um barulho desagradável toda vez que movo o carro. Se uma peça simples como uma bieleta demora tanto, imagine algo mais complexo.”

“Comprei um BYD King zero quilômetro em agosto de 2024. Assim que retirei o carro, já notei um barulho na parte dianteira e comuniquei à concessionária. Na primeira revisão, me disseram que estava tudo normal. Na segunda também. Somente na terceira revisão, após muita insistência, foi finalmente constatado que o carro apresentava um vício oculto na suspensão dianteira, defeito existente desde a entrega. Por causa desse defeito de fabricação, os pneus dianteiros sofreram desgaste irregular e a concessionária se recusou a cobrir a troca.”

“Logo na primeira semana fui viajar para Minas Gerais, rodei cerca de 1.000 km, ao retornar o carro já estava com problema na roda dianteira direita. Fiz contato com a concessionária que pediu para levar o carro. Na hora da venda, nem me deram a oportunidade de fazer test drive porque disseram que não tinha emplacamento.”

A BYD informou, em respostas publicadas no próprio site, que os veículos são analisados pelas concessionárias autorizadas e que defeitos cobertos pela garantia são reparados conforme o Manual de Manutenção e Garantia. 

Em ao menos um caso de ruído persistente, a marca chinesa chegou a afirmar que o barulho era “característica do veículo” e que o carro “não apresenta defeitos decorrentes de fabricação ou montagem, encontrando-se em condições normais de uso”. Quando as peças para reparo foram solicitadas, a BYD confirmou o envio às concessionárias após abertura de protocolo, mas sem dar prazo concreto ao consumidor.

Acabamento e itens soltos 

BYD King
BYD King vem bem equipado, mas donos dizem que o sedã podem apresentar uma série de defeitos de acabamento
Imagem: Divulgação

Manchas na pintura, peças de interior com folgas, cintos que não regulam altura, painel digital com falhas e itens que soltam na primeira limpeza. Quem esperava um carro premium na faixa dos R$ 185 mil se deparou com problemas de acabamento que costumavam ser associados a carros bem mais baratos.

Um consumidor relata que, após quase dois meses com o veículo, começaram a surgir alguns problemas. Segundo ele, o cinto de segurança não permite regulagem de altura, o estojo do assoalho se soltou e o painel digital, em algumas ocasiões, não liga, permanecendo completamente preto, o que o obriga a desligar e religar o carro para que volte ao normal.

Ele afirma ainda que trabalha com o veículo e, ao tentar trocar de telefone, não conseguiu transferir a chave digital para o novo aparelho. Além disso, destaca que ficou 22 dias sem poder trabalhar devido à falta de emplacamento. Posteriormente, o consumidor retornou à plataforma para informar que seu problema foi solucionado pela BYD.

Em uma reclamação feita em setembro de 2025, um segundo consumidor relatou problemas de acabamento desde a entrega do veículo. Segundo ele, foram identificadas manchas no para-choque, defeitos no teto e indícios de que o carro teria passado por repintura antes da entrega.

De acordo com o consumidor, o carro foi entregue com sinais que indicariam a realização de algum tipo de reparo, mesmo sendo vendido como zero quilômetro.

Em resposta à reclamação, a BYD orientou o consumidor a levar o veículo às concessionárias autorizadas para diagnóstico. A fabricante também abriu protocolo interno e se comprometeu a contatar o cliente. 

Pós-venda

BYD King
BYD King tem porta-malas de 450 litros e estilo moderno, mas é comum relatos de donos sobre falta de peças de reposição
Imagem: Divulgação

De longe, o tema que mais irrita os donos do BYD King não é necessariamente o defeito em si, mas a dificuldade de resolver. Peças que demoram meses para chegar, agendamentos difíceis de conseguir e a ameaça de perder a garantia por culpa da própria rede autorizada.

“Estou com o BYD King com 12.500 km. Estou tentando fazer a revisão, mas na concessionária de Juiz de Fora (MG) o agendamento mais próximo é daqui a três semanas. Fui informado que se ultrapassar 13.000 km perco a garantia. Tentei ligar para o suporte da BYD no número que aparece no aplicativo e dá número incorreto. Então, estou com o carro parado, sem suporte e sem outra opção a não ser ultrapassar o limite e brigar pela garantia na Justiça.”

“Depois de 105 dias corridos e 90 úteis, meu BYD King PCD chegou avariado. Além do atraso absurdo, o carro apresentou danos na carroceria. A concessionária não deu nenhuma solução. Para quem comprou na modalidade PCD esperando um processo mais ágil, foi uma experiência frustrante do início ao fim.”

Para os casos de atraso na entrega de peças, a BYD informou que acompanha os protocolos em aberto junto à Central de Relacionamento e pediu que os clientes não encerrassem as reclamações antes de uma solução definitiva. A marca reiterou que, por lei (Lei Ferrari), as concessionárias são empresas independentes. 

 

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