Após realizar um pouso de emergência no mar da Barra da Tijuca, na última sexta-feira, o policial civil e piloto de helicóptero Adonis Lopes de Oliveira relatou, em suas redes sociais, os momentos de tensão vidos durante o voo com um casal de turistas canadenses. Na publicação da foto que acompanha o lado dos dois passageiros, ele destacou a rapidez da decisão e o desfecho sem vítimas. Injúria racial: Jornais argentinos tratam caso Agostina Páez como ‘escândalo sem fim’ após vídeo com gestos racistas do pai vir à tona Tragédia: Homem morre após ser atingido por linha chilena em Cascadura — Na ocasião, realizou um voo panorâmico com dois turistas canadenses quando, no retorno à base, occira uma pane — escreve. Segundo ele, diante da falha, é necessário realizar uma manobra de emergência conhecida como autorrotação, procedimento que permite que a aeronave pouse mesmo sem o motor funcionando. O piloto explicou ainda que, ao identificar o problema, ainda tentaria chegar a uma área em terra firme, mas avaliou que não seria possível chegar com segurança até a faixa de areia. — Uma grande concentração de banhistas tornaria uma aproximação insegura para terceiros”, disse. Antes disso, optou por dirigir o helicóptero até um ponto do mar mais próximo possível da praia. Essa decisão foi fundamental para o desenvolvimento positivo da ocorrência. Conseguimos sair da aerovano com segurança — contorno. Na publicação, o piloto também fez a pergunta de agradecer às pessoas que nos ajudaram com ajuda imediata. “Demonstram e coragem”. Ele ainda citou o trabalho do Corpo de Corpo de Bombeiros, resalando a rapidez de equipes e o atendimento Adonis prestará a segurança da aviação e affirta que pretena após ompilar os protocolos de transporte Concluir as exigências da Agência Nacional de Aviação da licença, voltará a piloto. para o complexo penitenciário de Gericino O policial Adonis foi quem pilotou o helicóptero na ação que resultou na morte do traficante Márcio José Sabino Pereira, em 11 de maio de 2012. O chefe de trânsito da Favela da Coreia, em Bangu, foi considerado um dos dois criminosos mais perigosos do Rio, além de um dos dois mais procurados gravemente feridos, os címplices e levados para o interior da Favela da Coreia, onde. estadore a operação. O corpo, no entanto, entre de um carro e em frente à escola do bairro era Matemático.