Como já estava previsto, a patente do Ozempico cheugo ao fim sexta-feira (20), abrindo espaço para a produção de medicamentos com a mesma finalidade por outros fabricantes, que podem ser aprovados até junho, de acordo com a Anvisa.
O fabricante atual da caneta emagrecedora Ozempic, A empresa dinamarquesa Novo Nordisk atingiu o limite de 20 anos de exclusividade previsto pela legislação brasileira. Com o fim da patente, uma substância passa a poder ser produzida e comercializada por outros laboratórios.
Atualmente, os pedidos de registro de semaglutida sintética seguem em análise pela agência reguladoracom expectativa de avanço até o final de junho. Segundo a Anvisa, a maior parte das desvantagens foi protocolada no segundo semestre de 2025.
Até o momento, nenhuma das principais agências reguladoras do mundo – como os Estados Unidos, o Japão e a Europa – aprova versões sintéticas da substância. Segundo a Anvisa, a valoração desses análogos representa um desafio técnico para as autoridades sanitárias em nível global.
Hoje, São 15 solicitações relacionadas à análise de semaglutida sintética: cinco em avaliação, oito estão aguardandom o início do processo e duas já se encontram no estádio mais avançado. Entre as empresas que solicitaram registro junto à Anvisa para produzir medicamentos à base de GLP-1 estão EMS, Hypera, Biomm, Eurofarma, Cimed e Eli Lilly.
Em nota, a Novo Nordisk afirmou que o fim da patente faz parte do ciclo natural de qualquer inovação e reforça que o Brasil segue como um dos mercados estratégicos da empresa. Com entrada de novos fabricantes, a expectativa é de que o preço do medicamento tenha redução de até 20%.
Por Daniela Gentil | Revisão: Redação MD News
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