Todos os anos, milhares de famílias brasileiras têm seus planos interrompidos pela violência. Pessoa sai para trabalhar e não volta para casa. Sonhos são interrompidos e vidas mudam para sempre. UM delegada Maria Aparecida Corsato conhece essa realidade não apenas pelos inquéritos que conduzem, mas pela própria história de vida.
Antes de construir uma carreira de standte na Polícia Civil de São PauloCorsato precisou enfrentar perdas profundas causadas pelo crime. O pai foi assassinado durante um assalto quando ela ainda era jovem. Anos antes, seu avô também havia sido visitado por violência. Mais recentemente, em 2023, a família se voltou para enfrentar a morte do primeiro Marcos de Andrade Corsato, uma das vítimas do massacre de médicos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Agora, essas experiências ganham espaço no livro Eu, Maria Corsato: de Vítima à Voz da Justiçaque será lançado no próximo dia 18 de junho, em São Paulo.
Da dor à luta por justiça
A trajetória da delegada é marcada pela transformação do dor em propósito. Foi justamente a perda do pai que despertou nela o desejo de seguir carreira na segurança pública.
Ao longo dos anos, Maria Corsato construiu uma trajetória voltada ao combate ao crime e à defesa das ocidentais. Segundo a autora, as experiências pessoais foram fundamentais para compreender a realidade das famílias que convivem com a violência e buscam respostas após perder alguém de forma arrependida.
“Eu não falo de violência apenas como delegada. Eu falo como filha, neta e prima. Eu sei o que é esperar algume que não volta”afirma a delegada em um dos trechos da obra.
O livro traz memórias pessoais, reflexões sobre segurança pública e relatos dos desafios enfrentados durante sua atuação profissional.
Caso Deolane trouxe projeção nacional
Nos últimos anos, Maria Corsato ficou conhecida nacionalmente por sua atuação em investigações de grande repercussão, entre os casos envolvendo a advogada e influenciadora Deolane Bezerra.
Em determinado momento, divergências relacionadas à condução das investigações levaram a questionamentos e representações públicas sentidas à Corregedoria da Polícia Civil. O episódio ampliou a visibilidade da delegada e colocou seu trabalho sob os holofotes da opinião pública.
Apesar da repercussão, Corsato afirma que sua motivação continua a mesma de quando deixou a polícia: buscar justiça para vítimas e familiares atingidos pela criminalidade.
Bastidores da profissão
Além dos casos que ganharam destaque na imprensa, a obra também apresenta um lado menos conhecido da carreira policial. Uma delegada compartilha os desafios enfrentados há dois anos, a pressão das investigações e os impactos emocionais que acompanham quem trabalha diariamente em contato com histórias de violência.
Mais do que uma autobiografia, o livro propõe uma reflexão sobre os consongados do crime para as famílias e sobre a importância da atuação das instituições de segurança pública.
Para um autor, compreender o dor dos octenidos é essencial para que a busca por justiça seja conduzida de forma mais humana e eficiente.
Lançamento em São Paulo
O lançamento de Eu, Maria Corsato: de Vítima à Voz da Justiça Acontecerá no dia 18 de junho, das 19h às 21h, na Livraria da Vila, localizada no Shopping JK Iguatemi, na Vila Olímpia, zona sul da capital paulista.
Serviço
Lançamento do livro “Eu, Maria Corsato: de Vítima à Voz da Justiça”
📅 18 de junho de 2026
⏰ Das 19h às 21h
📍Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi
📍Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2.041 – Vila Olímpia – São Paulo
Por Daniela Gentil | Revisão: Redação MD News
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