Faltando exatos 100 dias para as eleições de 2026, o Alto Tietê entra definitivamente no radar político estadual e nacional. O crescimento populacional, econômico e a relevância estratégica da região reforçam a necessidade de ampliar sua representatividade nos parlamentos paulista e federal.
A expectativa regional é positiva. Mogi das Cruzes, por exemplo, busca novamente ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados após a saída de Marco Bertaiolli para o Tribunal de Contas do Estado. Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), a tendência é de renovação do mandato de Marcos Damasio, mantendo a presença mogiana no Legislativo paulista.
Guararema poderá seguir representada por Marcio Alvino (PL) na Câmara Federal, enquanto Ferraz de Vasconcelos aposta na continuidade do trabalho de Rodrigo Gambale (Podemos) na Câmara dos Deputados.
Ao mesmo tempo, novos nomes despontam com força no cenário regional, como a primeira-dama de Arujá, Clau Camargo (PSD), coordenadora do Conselho dos Fundos Sociais de Solidariedade e também presidente da Câmara Técnica de Políticas Públicas para Mulheres do Condemat+, o ex-prefeito de Suzano Rodrigo Ashiuchi (PL) detentor de grande aprovação ao final de seu mandato e o presidente da Câmara de Mogi, Francimário Vieira, o Farofa (PL), que ganha notoriedade pela condução dos trabalhos no parlamento mogiano.
O fortalecimento político do Alto Tietê ganha ainda mais destaque diante da pré-candidatura ao Senado do presidente da Alesp, André do Prado (PL). Caso obtenha êxito, a região poderá ampliar significativamente sua influência nas decisões que moldam o futuro de São Paulo e do Brasil.