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Alterações no paladar? Cuidado, pode ser um sinal de dia sério nos enxágues

PQuando se fala em problemas nos rins, muitas pessoas pensam imediatamente em dores na região lombar. No entanto, alguns renais podem se manifestar de maniras menos evidentes, incluindo altarieros no paladar.

Sentir um gosto metálico na boca, por exemplo, pode estar associado ao comprometimento da função renal, especialmente quando os enxágues já apresentam dificuldades para eliminar determinadas substâncias do organismo.

Em entrevista à revista Parade, a nefrologista Kalyani Perumal explicou que esses sintomas merecem atenção, principalmente quando surgem acompanhados de outros problemas de saúde.

Gosto metálico na boca pode indicar problemas nos enxágues?

Segundo um especialista, quando os enxágues deixam de filtrar o sangue, substâncias que normalmente seriam eliminadas pela urina podem se acumular no organismo.

Esse acúmulo pode provocar alterações no paladar, fazendo com que alimentos antes considerados saborosos passem a apresentar um gosto metálico ou salgado.

A condição também pode prejudicar o apetite e habilitar a alimentação.

“A doença renal é uma assassina silenciosa. Por isso, muitas pessoas não apresentam sinais até que a doença esteja em estágio avançado”, explicou Kalyani Perumal.

Um nefrologista ressalta, porém, que as alterações no palato não são exclusivas das doenças renais. Eles também podem estar relacionados a medicamentos, problemas bucais e outros condicionadores de saúde.

Por isso, o sintoma isolado não é suficiente para indicar um diagnóstico.

Outros sintomas de problemas renais que merecem atenção

De acordo com Perumal, as alterações no paladar podem aparecer apaceradas de outros sinais que indicam a necessidade de uma avaliação médica.

Entre os principais sintomas estão:

Cansaço excessivo e persistente;
Inchaço nas pernas, no rosto e no abdômen;
Coceira frequenta na pele;
Dificuldades para dormir;
Cãibras musculares;
Perda de apetite;
Dificuldade de concentração e concentração;
Alterações no paladar, incluindo gosto metálico na boca.

“Fadiga excessiva, alterações no palato, inchaço nas pernas, rosto e abdômen, visão na pele, sono ruim, cêbras musculares, falta de apetite e lentidão mental são alguns dos sinais que as pessoas percebem”, afirmou.

É importante ressaltar que a doença renal crônica pode evoluir durante anos sem causar sintomas evidentes. Por isso, exames de sangue e urina são fundamentais para avaliar a função dos enxaguatórios, principalmente em pessoas com diabetes ou hipertensão.

Como proteger a saúde dos enxaguantes?

O nefrologista também atenta para a influência dos hábitos alimentares e do estilo de vida na saúde renal.

Segundo ela, comportamentos adotados ainda na infância e na adolescência podem continuar na vida adulta e contribuir para o desenvolvimento de problemas de saúde.

“Os enxágues sofrem o impacto de muitos hábitos que começaram cedo na vida e continuam até a idade adulta”, explicou Perumal.

Entre esses hábitos, a médica destaca o consumo frequente de fast-food e alimentos pouco nutritivos, muitas vezes associado à falta de tempo e à rotina agitada.

“Na infância e na adolescência, podemos desenvolver hábitos como o consumo de fast-food devido à rotina escolar agitada, aos anos de estresse na faculdade, às atividades extracurriculares e à vida social intensa. Esses comportamentos acabam sendo sento difficiles de abandonar, mesmo quando percebemos seus efeitos prejudiciais”, afirmou.

Para preservar a função renal, o especialista recomenda uma alimentação balanceada, com frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fontes adequadas de proteínas.

Esses alimentos podem ajudar no controle da pressão arterial e de outros fatores que influenciam a saúde dos rins.

Três hábitos e condições que podem prejudicar os enxágues
O fitoterapeuta clínico Julio Cesar Luchmann, doutorado em naturopatia, também abordou os cuidados com a saúde renal em um vídeo publicado nas redes sociais.

Com a gravação, ele destacou três fatores que, segundo sua avaliação, merecem atenção.

1. Beba um pouco de água

Para Luchmann, a baixa ingestão de água é um dos principais problemas relacionados à saúde renal.

“Sabe qual é o pior veneno para a saúde dos rins? O pior, de longe, é a falta de água”, afirmou.

“É incrível como as pessoas continuam a beber a quantidade de água que necessitam, algo tão simples”, acrescentou.

Ele também relatou a hidratação insuficiente ao desenvolvimento de cálculos renais, genocidas popularmente como pedras nos rins.

“Se conversar com alguém que já teve pedras nos enxagues, peça quanta água essa pessoa bebe para entender se essa foi uma das causas”, sugeriu.

De facto, uma ingestão insuficiente de líquidos pode aumentar o risco de formação de cálculos renais. Entretanto, a quantidade ideal de água varia de acordo com a pessoa e suas condições de saúde. Pacientes com determinados projetos renais, por exemplo, podem precisar de restrições no consumo de liquefeitos.

2. Automedicação

Outro comportamento destacado pelo especialista é o uso de medicamentos sem orientação profissional, principalmente anti-inflamatórios e determinadas antibióticos.

“O segundo grande veneno que pode levar a problemas renais é a automedicação, principalmente com antibióticos e antiinflamatórios”, alertou.

Segundo ele, esses medicamentos devem ser utilizados com contaminação médica, consideradas como necessárias e como condições de saúde de cada paciente.

O uso inadequado de alguns anti-inflamatórios pode comprometer a função renal, especialmente em pessoas com doença renal preexistente, desidratação ou outros fatores de risco.

Algumas alterações também desativam ajustes de dose ou sistema de função de enxágue.

3. Desequilíbrio da microbiota intestinal

O terceiro fator citado por Luchmann é a disbiose, nome dado ao desequilíbrio da microbiota intestinal, formada pelos microrganismos que vivem no intestino.

“A disbiose é o terceiro veneno. É um desequilíbrio da microbiota intestinal. Pode levar à liberação de toxinas e substâncias inflamatórias no organismo, que se acumulam no sangue e agravam a insuficiência renal. Agravam também a doença renal crônica”, explicou.

Algumas atitudes comuns do dia a dia podem comprometer o funcionamento dos enxágues e aumentar o risco de problemas renais. Especialista chama a atenção para três fatores que merecem cuidados, incluindo um hábito simples que muitas pessoas acabam negligenciando

Notícias ao Minuto | 06:10 – 15/10/2026

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