A madeira é um material versátil, mas a durabilidade e estética dessa opção dependem diretamente da proteção correta. Escolher o acabamento ideal não é só uma questão de aparência, também define se o material resiste ao tempo, clima e uso diário daquele ambiente.
O químico da Montana Química, Wagner Borrejo, explica que a decisão é pautada por três pilares: o ambiente de instalação, a estética desejada e as características naturais da espécie da madeira.
“O primeiro passo é avaliar a exposição da peça. Em ambientes internos, onde móveis e objetos de decoração não sofrem exposição direta a sol e chuva, é possível utilizar acabamentos que priorizam o brilho e o realce da cor natural. Para espaços externos, condições como raios UV, variações de umidade e maresia, é necessário o uso de formulações com alta resistência e proteção solar”, explica.
Além disso, para decks e áreas de tráfego sujeitas a desgaste mecânico constante, exigem-se soluções específicas que suportem a abrasão e as variações climáticas intensas sem comprometer a integridade da superfície.
Stain ou verniz?
A escolha entre stain e verniz define a aparência final da peça e a frequência de manutenção necessária. O stain é ideal para quem prefere uma estética mais rústica e natural; como atua por impregnação, penetrando nos poros em vez de criar uma película rígida, ele não descasca, o que facilita a manutenção, pois a reaplicação não exige lixamento profundo.
Já o verniz é recomendado para quem busca uma superfície lisa e com brilho elevado, pois forma uma película protetora que preenche os veios da madeira, oferecendo um visual mais sofisticado.
Como o tipo de madeira também afeta o acabamento?
Algumas madeiras possuem resinas e extrativos naturais que podem migrar para a superfície, causando manchas ou impedindo a secagem correta do acabamento. Madeiras consideradas resinosas incluem espécies como: Cumaru (Ipê Champanhe), Pinus, Peroba, Jatobá, Cedro, Cabreúva, entre outras.
“Nestes casos, o uso de um fundo bloqueador é obrigatório para selar a superfície antes da aplicação final, garantindo bom resultado”, explica Borrejo. Independente do acabamento escolhido, a performance do produto é diretamente ligada ao preparo da base. A madeira deve estar seca, limpa e bem lixada.
“Em peças novas, o uso de produtos preventivos é necessário para proteger contra pragas. Em casos de repintura, a remoção completa de películas antigas é o que aderência e a qualidade da nova camada”, comenta o químico.
Para manter a madeira em bom estado, a limpeza diária deve ser feita apenas com um pano levemente umedecido em água e detergente neutro, evitando produtos químicos agressivos ou materiais abrasivos. Em ambientes internos, recomenda-se o uso de óleo mineral ou ceras para prevenir o ressecamento.
“A manutenção do acabamento, no caso de acabamentos com stain que estejam opacos, consiste em um lixamento leve seguido da remoção do pó e reaplicação de uma demão do produto é o suficiente para revitalizar a peça. Realizar uma inspeção regular da superfície permite identificar desgastes ou fissuras precocemente, facilitando reparos pontuais”, conclui Borrejo.
Sobre a Montana Química
Somos uma indústria química especialista na formulação de produtos de alta performance para a construção civil. Autoridade no mercado, possuímos uma linha completa de produtos para o tratamento, proteção, preservação e acabamento de madeiras, além de outros substratos como pedra, tecido, alvenaria, preservativos industriais para madeira e produtos de alta performance para indústria moveleira.
Com sede em São Paulo, filial em Porto Alegre e revendas em todo o Brasil, em 2014 lançou a marca Monsa para atender o mercado internacional. Atualmente, a Montana já conta com unidades de negócios em diversos países sul-americanos e com uma filial em Medellín, na Colômbia, instalada em 2017 e outra no Uruguai, instalada em 2019. Saiba mais em: montana.com.br/