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Consolidada no ramo de transporte e logística de cargas, Copadubo acompanhou o crescimento do Porto nas últimas três décadas

Marcelo – Copadubo – 12-03-2025 (5)
Marcelo Paes é presidente do Conselho de Administração da Copadubo desde 2018. Foto: Rafael Pinheiro/JB Litoral

Fundada há 29 anos, em janeiro de 1996, a Copadubo é uma das principais entidades de transporte do Paraná. Com atuação exclusiva em Paranaguá, ela é responsável pela movimentação de todas as cargas a granel que circulam entre os terminais portuários, armazéns e empresas. Criada em formato de cooperativa, a Copadubo se transformou em empresa no formato de Sociedade Anônima (S/A) há sete anos. Desde então, o presidente do Conselho de Administração, cujos integrantes são eleitos a cada três anos, é Marcelo Paes.

Presente na empresa desde 2003, quando entrou como cooperado e atuando como advogado da, então, cooperativa, Marcelo conversou com o JB Litoral e destacou os desafios para a empresa nesses 90 anos do Porto Dom Pedro ll.

FROTA, CONQUISTAS E PLANOS

A Copadubo Transporte e Logística S/A possui uma frota com cerca de 600 caminhões para a realização do transporte dentro do Município e 30 veículos próprios para o transporte para fora da cidade. E, para fazer a maior empresa de transporte de cargas funcionar, são 130 funcionários contratados.   

Em 2024, a nossa maior conquista foi fruto da produtividade excessiva, especialmente no segundo semestre do ano, que fez compensar o trabalho de um ano todo”, disse Paes.

Em relação a 2025, Marcelo Paes explica que as metas serão definidas e divulgadas após a eleição do Conselho de Administração.

Este primeiro trimestre será concluído com a eleição do Conselho. A partir daí, o novo Conselho de Administração constituído poderá começar a traçar os planos ainda para esse ano”, pontuou.

A Copadubo uma frota com cerca de 600 caminhões para a realização do transporte dentro do Município e 30 veículos próprios para o transporte para fora da cidade. Foto: Eduarda Soriani/JB LitoralA Copadubo uma frota com cerca de 600 caminhões para a realização do transporte dentro do Município e 30 veículos próprios para o transporte para fora da cidade. Foto: Eduarda Soriani/JB Litoral
A Copadubo uma frota com cerca de 600 caminhões para a realização do transporte dentro do Município e 30 veículos próprios para o transporte para fora da cidade. Foto: Eduarda Soriani/JB Litoral

MOEGÃO: COMO FICARÁ O SETOR

Prevista para ser concluída no final de 2025, a obra conhecida como Moegão recebe um investimento de R$ 600 milhões e tem como foco o aumento da produtividade portuária, a redução de cruzamentos ferroviários na cidade — de 16 para 5 — e a integração entre os operadores portuários e o cais.

O acesso ferroviário ao Porto de Paranaguá será adequado para a operação do sistema Moegão. A carga será retirada dos vagões, caindo nos funis do subsolo e transportada por correias aos elevadores de canecas, de onde será elevada para as linhas de correias transportadoras aéreas que se interligarão aos terminais portuários.

Os grãos serão recebidos nos terminais e, na sequência, a carga será enviada aos navios pelo corredor de exportação. Com o novo modelo de descarga ferroviária, a expectativa é aumentar em 60% a capacidade do modal, passando de 550 para 900 vagões por dia.

Mas, apesar de o Moegão ser uma obra de extrema relevância, sobretudo para as cargas que chegam ao porto pelo sistema ferroviário, o assunto tem despertado a atenção de quem atua diretamente com a logística de cargas em outro modal, o rodoviário.

Sobre o assunto, o presidente do Conselho de Administração da Copadubo, que transporta toda a produção de fertilizantes dentro de Paranaguá, analisou que não haverá impacto inicial.

É um projeto que, em um primeiro momento, não nos alcança, tendo em vista que a proposta do Moegão é trabalhar com grãos, com cereais. Talvez tenha algum reflexo nos nossos caminhões do transporte externo, no sentido de talvez influenciar no nosso transporte de retorno, algo nesse sentido”, destacou Paes.

É um projeto ousado e interessante para a cidade, que sofre há muitos anos com essa questão das interseções com as linhas férreas. Então, nesse sentido, é algo interessante para a nossa cidade de Paranaguá”, completou.

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