Search
Close this search box.
Search
Close this search box.
  • Home
  • Polícia
  • ONG suspeita de elo com o PCC nega acusações e diz que atua de forma legal

ONG suspeita de elo com o PCC nega acusações e diz que atua de forma legal

Alvo de uma operação policial na última terça-feira (13), a ONG Pacto Social & Carcerário, que, segundo as investigações, é suspeita de ter ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), publicou uma nota em que nega as acusações e alega atuar de forma legal. A manifestação ocorreu por meio de nota publicada nas redes sociais.

“Fomos surpreendidos por uma notícia que menciona uma operação conjunta da Polícia Civil e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), que teria como alvo nossa ONG e alguns advogados envolvidos”, diz a entidade.

“É importante esclarecer que a nossa ONG atua de forma transparente e legal, sempre pautada pelo respeito aos direitos humanos e pela busca de soluções para os problemas enfrentados por detentos e suas famílias”, acrescentou.

A postagem sugere que a operação policial possa ter sido uma represália à participação de diretores da entidade no documentário “O Grito – Regime Disciplinar Diferenciado”, que estreou no ano passado em uma plataforma de streaming. O filme denuncia problemas no sistema carcerário.

“O documentário em questão reflete nosso comprometimento com essa causa, evidenciando a necessidade urgente de reformas e uma gestão mais humanizada da política criminal no Brasil.”

“Reiteramos que a crítica ao sistema prisional não deve ser interpretada como uma afronta aos agentes de segurança, mas sim como um chamado à reflexão sobre as condições desumanas enfrentadas por milhares de pessoas”, acrescentou.

A CNN entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública e com o MP sobre o posicionamento da ONG, mas não obteve retorno até o momento.

A operação

A ação policial contra a ONG ocorreu na manhã da última terça. Foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão contra os suspeitos nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Presidente Prudente, Flórida Paulista, Irapuru, Presidente Venceslau e Ribeirão Preto, no estado paulista, e em Londrina, no Paraná.

Segundo a polícia, as investigações começaram há cerca de três anos, quando um visitante da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau tentou entrar com cartões de memória escondidos nas roupas.

Conforme o apurado, os advogados são os responsáveis pelo setor dos “gravatas”, os quais têm a função de assistência jurídica, além de gerenciar outros departamentos da organização criminosa, como os da “saúde”, para selecionar médicos e dentistas para prestar atendimento dentro das penitenciárias.

* Sob supervisão

Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia

VEJA MAIS

Polícia civil desarticula grupo que aplicava golpes contra idosos

Ação conjunta de policiais civis da delegacia de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com policiais…

Polícia apreende drogas e investiga jovem por tráfico em Barra do Piraí

Foto: Reprodução Barra do Piraí — Um jovem de 19 anos foi conduzido à delegacia…