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Café com açúcar, adoçante ou puro, qual é a melhor opção?


O café faz parte da rotina de milhões de brasileiros e, no Dia Mundial do Café, surge uma dúvida comum: afinal, qual é a melhor forma de consumir a bebida no dia a dia? A resposta pode depender do hábito de cada pessoa, mas, do ponto de vista da saúde, o café puro costuma ser a opção mais equilibrada. Isso porque ele mantém seus compostos naturais e não adiciona calorias extras à rotina.

Segundo Michel Silva, coordenador de Nutrição da Faculdade Anhanguera, o problema geralmente não está no café, mas no que é adicionado a ele. “O café pode trazer benefícios, como melhora da concentração e mais disposição. O ponto de atenção é o consumo de açúcar ao longo do dia, que muitas vezes acontece sem que a pessoa perceba”, explica.

Para quem tem o hábito de adoçar, vale observar a quantidade. Pequenas doses ao longo do dia podem se somar e impactar a saúde, contribuindo, por exemplo, para o aumento do risco de doenças como o diabetes tipo 2.

Já o adoçante costuma ser uma alternativa para reduzir o consumo de açúcar, mas também não deve ser usado em excesso. “O ideal é não depender do sabor doce. O paladar pode ser reeducado aos poucos, reduzindo a quantidade de açúcar ou adoçante gradualmente”, orienta o especialista.

Na prática, pequenas mudanças já fazem diferença. Diminuir a quantidade de açúcar aos poucos, evitar adoçar todas as xícaras e testar o café puro em alguns momentos do dia são estratégias simples que ajudam na adaptação.

Outra dica importante é prestar atenção na quantidade total consumida. Mesmo sem açúcar, o excesso de café pode causar efeitos como ansiedade, irritação e dificuldade para dormir.

No fim das contas, não existe uma única regra que funcione para todos. O mais importante é buscar equilíbrio e entender como o corpo reage. Aproveitar o Dia Mundial do Café pode ser um bom ponto de partida para rever hábitos e fazer escolhas mais conscientes, sem abrir mão do prazer de um bom café.

Praticidade atrai consumidores, mas especialistas afirmam que a eficácia depende principalmente da quantidade aplicada. Eles são indicados para áreas pequenas e localizadas, como cicatrizes, queixo, testa, bochechas, nariz e lábios

Thais Szegö, da Agência Einstein | 05:30 – 13/04/2026



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