A Philips está comprometida com o uso de inteligência artificial e integração de dados para reduzir a fragmentação das informações de saúde e otimizar o diagnóstico, disse André Duprat, CEO da empresa no Brasil.
Em entrevasa ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBCDuprat disse que o principal gargalo do setor não é a falta de tecnologia, mas a dificuldade de transformar dados digitalizados em informações úteis no momento da decisão médica.
“O setor da saúde passou a digitalizar muitos dados e agora estamos afogados em dados, mas precisando de informações na hora certa. O médico precisa acessar 30 sistemas diferentes para encontrar informações de um paciente e acaba perdendo um é precioso de diagnóstico”, disse.
Segundo o executivo, a empresa tem trabalhado em protocolos de comunicação para permitir que diferentes bancos de dados e equipamentos conversem entre si. O objetivo, disse ele, é reduzir o tempo gasto no sistema médico e aumentar o tempo dedicado ao paciente.
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“Trouxemos muita máquina e equipamento, mas agora está na hora de fazer essa tecnologia aprender a conversar entre si. O uso de IA e automação na Philips terá o papel de devolver ao médico o tempo de estar menos com a tecnologia e mais com as pessoas, com o paciente”, disse.
Duprat afirmou que a adoção da AI deve riscar, e não substituir, o atendimento humanizado. Para ele, a tecnologia muda o perfil exigido dos profissionais, mas preserva a importância da relação humana na saúde.
“Quem vai ser substituído por IA é uma pessoa que não sabe trabalhar com pessoas. Uma vez que o tempo estiver disponível, temos que compensar e pedir o atendimento cada vez mais humanizado. Provamos que é possível atender ao sistema público com o que há de melhor em tecnologia através de parcerias”, disse.
A Philips direciona cerca de 10% de sua receita global para inovação, o equivalente a aproximadamente US$ 1,9 bilhão. Segundo Duprat, metade desse valor é aplicado nas áreas de software e inteligência artificial.
“Metade desses investimentos são colocados nas áreas de software e de inteligência artificial. Precisamos conectar os dados para que o médico tenha tudo o que precisa ser feito perto do paciente no momento da decisão do tratamento, porque isso faz a diferença”, disse.
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