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Rota Indígena: Conheça as 16 aldeias abertas à visitação em SP, do Litoral ao Interior

O estado de São Paulo reúne 16 aldeias indígenas abertas à visitação em diferentes regiões — do litoral ao interior, passando pela Grande São Paulo. A rota foi organizada no Guia Turístico das Aldeias Indígenas do Estado de São Paulo, lançado pelo governo estadual no mês do Dia dos Povos Indígenas.

Os destinos oferecem experiências como trilhas guiadas, vivências culturais, apresentações de canto e dança, pintura corporal, oficinas de artesanato e gastronomia típica. O roteiro também inclui dois museus: o Museu das Culturas Indígenas, na capital, e o Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre.

Capital e Grande São Paulo

Aldeia Yvy Porã (São Paulo) – Localizada na Terra Indígena Jaraguá, na zona noroeste de São Paulo, a comunidade Guarani Nhandeva e Mbya foi fundada em 2017. Desenvolve atividades de etnoturismo, educação ambiental, palestras e apicultura com a abelha sagrada guarani.

Aldeia Filhos desta Terra – Espaço Kaimbé (Guarulhos) – Reserva multiétnica retomada em 2017, em Guarulhos, abriga o povo Kaimbé. Produz bolsas, ecobags, camisetas, perfumes, साबonetes medicinais, cremes naturais e biojoias.

Reserva Indígena Multiétnica Filhos desta Terra (Guarulhos) – Também em Guarulhos, reúne povos Tupi-Guarani, Maxakali, Timbira, Pankararu, Pankararé, Guajajara, Xucuru, Tapuia e Kaimbé. A produção inclui biojoias, cocares, maracás, zarabatanas, arco e flecha, apitos, pau de chuva e cestaria.

Litoral Norte

Terra Indígena Rio Silveira (São Sebastião) – Comunidade Tupi-Guarani com cerca de 200 anos de história, em São Sebastião, reúne cerca de 220 famílias. Oferece trilhas para cachoeiras, piscinas naturais, gastronomia típica, pinturas corporais, viveiros de mudas e artesanato.

Aldeia Ywyty Guaçu (Ubatuba) – Também chamada de Renascer, em Ubatuba, foi fundada em 1999 e reúne povos Tupi-Guarani e Guarani Mbya. Oferece trilhas ecológicas, agrofloresta, apresentações culturais e acesso ao Pico do Corcovado com acompanhamento.

Terra Indígena Boa Vista (Ubatuba) – Com mais de 50 anos, a comunidade Guarani Mbya promove imersão na Mata Atlântica, com trilhas e cachoeiras. Produz biojoias, cestaria, colares, arco e flecha e artefatos de madeira.

Litoral Sul e Vale do Ribeira

Aldeia Tabaçu Reko Ypy (Peruíbe) – Em Peruíbe, o nome significa “o renascer da grande aldeia”. A comunidade Tupi-Guarani preserva tradições desde 2012, com cantos, danças e língua ancestral, além da produção de artesanato e cosméticos.

Aldeia Indígena Bananal (Peruíbe) – Também chamada de Pakowaty, reconhecida em 1927, abriga cerca de 45 pessoas em 480 hectares de Mata Atlântica. Produz colares, brincos, cestaria, arco e flecha e esculturas em madeira.

Aldeia Pindo-ty (Pariquera-Açu) – Comunidade Guarani com mais de 20 anos em Pariquera-Açu. Destaca-se pelo canto, dança e preservação da língua, além de esculturas e artesanato.

Aldeia Djaiko Aty (Miracatu) – Em Miracatu, reúne 13 famílias Tupi-Guarani. Produz artesanato e cultiva alimentos como milho, mandioca, batata-doce e feijão.

Peruíbe recebe, até esta segunda-feira (20), o 1º Festival Indígena Ara Mombareté “Tempo de Fortalecer”. Inédito na cidade, o evento busca valorizar a riqueza cultural dos Povos Originários presentes na região.

Interior paulista

Aldeia Tekoa Porã (Itaporanga) – Fundada em 2006, em Itaporanga, a comunidade Tupi-Guarani realiza eventos culturais e produz artefatos como arcos, flechas, colares e filtros dos sonhos.

Aldeia Índia Vanuíre (Arco-Íris) – Em Arco-Íris, abriga povos Kaingang e Krenak há mais de 30 anos. Oferece oficinas, exposições e acesso ao museu Worikg Sol Nascente.

Aldeia Ekeruá (Avaí) – Comunidade Terena fundada em 2002, em Avaí, com cerca de 180 pessoas. Atua com agricultura familiar, artesanato e produção de alimentos tradicionais.

Aldeia Nimuendajú (Avaí) – Demarcada em 1988, reúne famílias Tupi-Guarani Nhandewa. Conta com centro cultural e atividades como canto, dança, pintura e gastronomia típica.

Aldeia Kopenoti (Avaí) – Também na Terra Indígena Araribá, desenvolve turismo comunitário, trilhas ecológicas e produção de biojoias e artefatos de madeira.

Aldeia Icatu (Braúna) – Comunidade multiétnica em Braúna, com predominância Kaingang e presença Terena. Oferece contato com diferentes expressões culturais indígenas.

Museus que integram o roteiro

Museu das Culturas Indígenas (São Paulo) – Inaugurado em 2022, reúne exposições vivas, arte contemporânea indígena e saberes ancestrais, com participação direta de lideranças indígenas.

Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre (Tupã) – Referência em museologia indígena participativa, com acervo voltado às culturas Kaingang, Krenak e Terena, abordando rituais, línguas e espiritualidade.

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